Resposta curta: peça para ver a conta de anúncios de um cliente atual, exija que a conta de anúncios fique no CNPJ da sua empresa, e pergunte quantas vendas a campanha gerou, não quantos leads.
A primeira pergunta não é sobre anúncio
É sobre quem fica com a conta.
Muita agência cria a conta de anúncios dentro do gerenciador dela. Enquanto o contrato dura, tudo bem. No dia em que você sai, o histórico de campanha, o público que já converteu e o aprendizado do algoritmo saem junto. Você recomeça do zero na agência seguinte.
A conta de anúncios, o gerenciador de negócios e o pixel precisam estar no CNPJ da sua empresa. A agência entra como usuária, com acesso. Isso não é desconfiança, é o padrão. Agência séria propõe antes de você pedir.
Lead não é venda
Esse é o ponto onde mais gente se frustra com tráfego pago, inclusive quem já tentou antes e desistiu.
A campanha entrega 80 leads no mês. O relatório vem bonito. Só que o comercial olha e diz que ninguém tinha dinheiro, que metade não atendeu o telefone e que o resto queria outra coisa.
Quase sempre isso não é problema de tráfego, é de qualificação. Se a campanha conta qualquer contato como conversão, o algoritmo vai atrás de mais gente parecida com quem preenche formulário, não com quem compra.
Pergunte como a agência separa lead bom de lead ruim dentro da própria plataforma. Se a resposta for vaga, o problema vai se repetir com ela também. É isso que a gente resolve primeiro em gestão de tráfego pago.
O que precisa estar incluso no fee
- Planejamento da campanha e definição de público
- Criação dos anúncios, texto e imagem
- Subida, otimização e teste ao longo do mês
- Configuração de conversão e rastreamento
- Relatório mensal com origem do lead e custo por conversa
E o que não está incluso precisa estar escrito também. Produção de vídeo, criação de página e gestão de redes sociais costumam ser cobrados à parte. Não tem nada de errado nisso, desde que ninguém descubra depois.
Os três sinais de que vai dar errado
Promessa de número antes de olhar sua operação. Quem garante 50 leads por mês sem saber seu ticket, sua margem e sua capacidade de atendimento está vendendo, não planejando.
Relatório só com impressão, alcance e clique. Esses números não pagam conta. O que importa é quantas conversas viraram orçamento e quantos orçamentos viraram venda.
Fidelidade longa logo de cara. Campanha precisa de tempo, isso é verdade, e três meses é um prazo honesto para ler resultado. Doze meses com multa é outra conversa.
Estar em Fortaleza faz diferença?
Para operar a campanha, não. Google Ads e Meta Ads funcionam igual de qualquer lugar do país.
Faz diferença em três situações. Quando o público é local e a agência precisa entender bairro, sazonalidade e concorrente de esquina. Quando a campanha depende de foto e vídeo gravados na sua empresa. E quando você quer uma reunião presencial no mês em que as coisas apertam.
Fora isso, escolha por competência, não por CEP.
Quando tráfego pago não é o seu problema
Vale ser honesto sobre isso, porque anunciar em cima de um problema que não é de mídia é jogar dinheiro fora.
Se ninguém atende o WhatsApp em menos de uma hora, o anúncio vai gerar conversa que morre esperando. Se o preço está bem acima do mercado sem diferencial claro, o anúncio só acelera a comparação. E se a empresa aparece no Google com nota baixa, a pessoa clica, pesquisa o nome e desiste antes de falar com você.
Arrume isso primeiro. Sai mais barato.
Na Ciclup a conta de anúncios fica sempre no CNPJ do cliente, e o relatório mostra de onde veio cada conversa. Se quiser ver como funciona mês a mês, a página de tráfego pago em Fortaleza explica o processo inteiro.